Escolher apenas o tamanho da prótese não garante o mesmo resultado. Entenda por quê.
É comum que muitas pacientes cheguem ao consultório com uma referência de volume baseada no resultado de uma amiga, influenciadora ou pessoa conhecida. Mas uma prótese de 300 ml, por exemplo, pode ter aparências completamente diferentes de uma mulher para outra.
Isso acontece porque o resultado não depende apenas do volume do implante. A anatomia de cada paciente influencia diretamente na forma como a prótese será percebida no corpo.
Alguns fatores fazem grande diferença:
Largura do tórax
Em um tórax mais largo, o volume tende a ficar mais distribuído. Já em um tórax mais estreito, a mesma prótese pode parecer mais evidente e projetada.
Perfil da prótese
Dois implantes com o mesmo volume podem ter formatos muito diferentes. Uma prótese de perfil alto possui base mais estreita e maior projeção, enquanto um perfil moderado distribui o volume em uma base maior, produzindo outra aparência.
Quantidade de tecido mamário
A quantidade de glândula, gordura e pele também interfere no resultado. Pacientes com maior cobertura de tecido podem apresentar transições mais suaves entre a mama e o implante.
Por isso, não existe um volume de silicone que produza o mesmo resultado em todas as pacientes.
Mais importante do que escolher quantos mililitros colocar é encontrar um implante proporcional à largura da mama, ao tórax, à qualidade dos tecidos e ao resultado desejado.
A prótese ideal não deve ser escolhida apenas pelo tamanho. Ela precisa respeitar a anatomia de cada paciente, buscando equilíbrio entre proporção, segurança e naturalidade.


