Nem toda paciente que apresenta diástase abdominal precisa retirar uma grande quantidade de pele. É justamente nesse grupo que uma abordagem conhecida como MILA, sigla para Minimally Invasive Lipoabdominoplasty, vem despertando interesse.
A técnica combina possibilidades da lipoaspiração com a correção da diástase abdominal por acessos menores. O objetivo é tratar pacientes que apresentam gordura localizada e afastamento dos músculos retos do abdômen, mas possuem pele com qualidade suficiente para não necessitar, necessariamente, de uma abdominoplastia convencional.
Na MILA, a lipoaspiração pode ser utilizada para melhorar o contorno corporal. Já a correção muscular pode ser realizada por pequenas incisões, utilizando abordagem endoscópica ou laparoscópica conforme o planejamento cirúrgico.
O Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, ressalta em sua abordagem que a escolha da cirurgia deve considerar as características individuais do abdômen de cada paciente.
Quantidade de pele, grau de diástase, elasticidade cutânea, gordura localizada, presença de hérnias, histórico de gravidez e condições gerais de saúde fazem parte dessa análise.
Por isso, a MILA não substitui automaticamente a abdominoplastia tradicional. Ela representa mais uma possibilidade dentro do planejamento do contorno abdominal.
A indicação correta depende de avaliação médica individualizada para definir se o melhor caminho é MILA, lipoaspiração, abdominoplastia ou a associação de diferentes técnicas.


