Uma única dificuldade para manter a ereção costuma gerar insegurança e medo entre muitos homens. Apesar disso, especialistas alertam que episódios ocasionais são relativamente comuns e nem sempre representam um problema de saúde.
A resposta sexual masculina sofre influência direta de diversos fatores físicos e psicológicos. Estresse, ansiedade, excesso de trabalho, fadiga, consumo elevado de álcool e noites mal dormidas podem afetar temporariamente a qualidade da ereção.
Com o envelhecimento, também ocorrem mudanças naturais no funcionamento do organismo. A ereção pode exigir maior estímulo, ocorrer de forma mais lenta ou apresentar menor rigidez, sem que isso represente necessariamente uma doença.
Existe ainda a chamada insatisfação erétil, situação em que o homem mantém capacidade de ter relações sexuais, mas percebe redução da qualidade das ereções em comparação aos anos anteriores.
Já a disfunção erétil é diagnosticada quando existe dificuldade frequente e persistente para alcançar ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória.
Quando essas alterações passam a fazer parte da rotina, a recomendação é procurar um urologista para investigação. O problema pode estar relacionado a alterações hormonais, doenças cardiovasculares, diabetes, uso de medicamentos ou outros fatores que precisam ser avaliados.
O acompanhamento especializado permite identificar a origem do problema e indicar o tratamento mais adequado para cada paciente.


