Uma redução passageira na libido pode acontecer e nem sempre representa uma doença. Uma semana estressante, poucas horas de sono, problemas pessoais ou cansaço excessivo são suficientes para interferir temporariamente no interesse sexual.
A situação merece investigação quando a mudança persiste, aparece subitamente ou começa a causar incômodo ao homem ou ao casal.
Entre as possíveis causas estão problemas emocionais, alterações hormonais, determinados medicamentos, consumo excessivo de álcool, obesidade, diabetes, falta de sono e dificuldades no relacionamento.
Outro ponto importante é distinguir desejo de ereção.
Ter pouca vontade de fazer sexo caracteriza redução da libido. Já a disfunção erétil ocorre quando existe dificuldade persistente para obter ou manter a ereção. É possível apresentar apenas uma dessas condições ou ambas simultaneamente.
Por isso, não é indicado concluir que toda perda de libido seja provocada por testosterona baixa ou iniciar reposição hormonal sem investigação.
Quando o problema persiste, o urologista pode avaliar os sintomas, o histórico de saúde e, quando necessário, solicitar exames para identificar a causa e indicar o tratamento mais adequado.


