A indicação entre sutura do menisco e meniscectomia é uma das decisões mais comuns na ortopedia do joelho. E também uma das mais mal interpretadas.
Embora critérios técnicos sejam fundamentais, como tipo da lesão, localização e vascularização, eles não são os únicos fatores envolvidos.
Lesões agudas, especialmente traumáticas, em áreas com maior irrigação sanguínea, têm maior potencial de cicatrização e podem ser tratadas com sutura.
Já lesões degenerativas ou antigas apresentam menor chance de recuperação, sendo mais frequente a indicação de retirada parcial.
No entanto, a decisão final não deve ser automática.
O tempo de reabilitação, o perfil do paciente, suas demandas físicas e seus objetivos influenciam diretamente na escolha.
Tratar um joelho não é apenas reparar uma estrutura.
É tomar uma decisão que impacta função, desempenho e qualidade de vida.
Na sua opinião, o que pesa mais: preservar ao máximo ou recuperar mais rápido?
Dr. Arthur Rodrigues – Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia
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