Nem sempre o sofrimento é visível. Há quem sorria, se elogie e se apresente confiante, mas evite o espelho e silencie os próprios incômodos. A ausência de autoestima age com sutileza: se revela no ângulo da foto, no tipo de roupa, no pensamento escondido.
A cirurgia plástica, quando tratada com seriedade e humanidade, não existe para descaracterizar ninguém. Ela reordena o que já existe, devolve proporcionalidade e reconecta a pessoa com a imagem que faz sentido para ela mesma.


